O BLD100 é o maior dos sete edifícios identificados no masterplan atual do Prologis Urban Logistics Park São Bernardo do Campo.
Com 62.573 m² de área Building e footprint de 52.710 m², sua escala posiciona o edifício acima das demais referências apresentadas no conjunto.
Esta página organiza os dados técnicos disponíveis e desenvolve referências preliminares para ocupação, armazenagem, verticalização, fluxo de veículos, demanda de docas e utilização da infraestrutura compartilhada do empreendimento.
O tamanho é apenas a primeira variável
Entre as sete referências de Building apresentadas no material técnico atual, o BLD100 ocupa a primeira posição em área.
Seus 62.573 m² superam em 15.456 m² o BLD600, segundo maior edifício do conjunto, com 47.117 m².
Essa diferença representa aproximadamente 32,8% a mais de área Building. O footprint de 52.710 m² também cria uma base física extensa para desenvolvimento do layout operacional.
A escala, entretanto, não determina sozinha a capacidade da operação. Armazenagem, corredores, picking, staging, recebimento, expedição, docas, pátio, circulação e número de funcionários precisam ser analisados em conjunto.
BLD100
62.573
BLD600
47.117
BLD200
22.169
BLD300
19.748
BLD500
18.640
BLD400
18.329
BLD700
13.430
O que a configuração do BLD100 permite observar
Os indicadores abaixo são cálculos derivados pela Catena & Castro Real Estate a partir das referências técnicas de Building, footprint, canopy e clear height. Não constituem especificações adicionais da Prologis.
Footprint / Building 84,24%
Relação física
Resultado da divisão dos 52.710 m² de footprint pelos 62.573 m² indicados como Building.
Volume geométrico 632.520 m³
Referência bruta
Footprint de 52.710 m² multiplicado pelos 12 metros de clear height. Não representa capacidade líquida de armazenagem.
Canopy / Building 5,68%
Marquise
Os 3.557 m² de canopy correspondem a aproximadamente 5,68% da referência de área Building.
BLD100 x BLD600 +32,8%
Escala relativa
O BLD100 possui 15.456 m² a mais de Building que o BLD600, segundo maior edifício apresentado.
Quanto do footprint pode se transformar em armazenagem?
A área total do edifício não corresponde automaticamente à área disponível para racks. Circulação, staging, picking, recebimento, expedição, pilares, equipamentos e áreas operacionais reduzem a superfície efetivamente destinada à armazenagem.
Cenário ilustrativo de posições-palete
Para demonstrar a lógica de uma análise preliminar, considera-se hipoteticamente 60% do footprint destinado à armazenagem e 3,20 m² equivalentes por posição-palete no piso. Essas duas referências são premissas da simulação CCRE, não especificações do BLD100.
Área simulada de armazenagem: 52.710 × 60% = 31.626 m²
Posições equivalentes no piso: 31.626 ÷ 3,20 ≈ 9.883 posições
12 metros precisam ser compatibilizados com a operação
O material técnico apresenta 12 metros de clear height como referência geral dos edifícios logísticos do empreendimento.
O pé-direito livre influencia diretamente o potencial de verticalização, mas não determina sozinho a quantidade efetiva de níveis de porta-paletes.
Exemplo puramente geométrico 1,50 m × 6 = 9,00 m
Seis cargas com 1,50 m de altura representam 9 metros. Os 3 metros remanescentes não podem ser considerados automaticamente como espaço operacional disponível.
Vigas dos racks, altura das longarinas, sprinklers, estrutura, afastamentos de segurança, tolerâncias, características da carga e exigências de proteção contra incêndio precisam ser incorporados ao projeto.
A capacidade vertical definitiva do BLD100 depende, portanto, da operação específica do futuro ocupante.
A demanda de docas nasce do movimento da operação
A análise não deve partir apenas de uma quantidade física de docas. Veículos por dia, concentração de pico, tempo de atendimento, inbound, outbound, tipo de veículo e permanência no pátio determinam a pressão operacional.
Recebimento Inbound
Quantidade de fornecedores, lotes, horários de chegada, descarga, conferência e staging interferem diretamente na utilização das posições de recebimento.
Expedição Outbound
Ondas de separação, perfil dos pedidos, carretas, caminhões e VUCs alteram a necessidade de processamento e a concentração de veículos.
Pátio Trailer dwell
Permanência de carretas, filas, espera e concentração de horários precisam ser dimensionadas juntamente com as posições de atendimento.
Exemplo de dimensionamento preliminar
Considere apenas como cenário uma operação com 120 caminhões e 50 VUCs por dia, funcionando durante 16 horas, com 35% do fluxo concentrado em uma janela de quatro horas e permanência média de 60 minutos por posição de atendimento.
Nesse cenário simplificado, a demanda matemática se aproxima de 15 posições simultâneas de atendimento no período crítico. Esse resultado não representa a quantidade física de docas do BLD100. A configuração efetiva precisa ser confrontada com o projeto e com a operação pretendida.
A escala do BLD100 também pressiona a infraestrutura compartilhada
A apresentação técnica informa as referências abaixo para o conjunto do Urban Logistics Park. São números do parque e não representam capacidade exclusiva do BLD100.
excluindo docas
O BLD100 dentro da implantação do ULP
O Master Plan Geral posiciona o BLD100 dentro da implantação composta pelos edifícios BLD100, BLD200, BLD300, BLD400, BLD500, BLD600 e BLD700.
O desenho também identifica circulação interna, posições de doca, áreas para veículos, portarias, estruturas técnicas, mezaninos, marquises e demais componentes da implantação.
A geometria precisa ser analisada em conjunto com a operação pretendida antes de qualquer conclusão sobre capacidade.

Referências técnicas apresentadas para o empreendimento
As referências abaixo constam do material técnico do Urban Logistics Park. A configuração definitiva aplicável ao BLD100 deve ser confirmada durante o desenvolvimento do empreendimento.
Clear Height 12 metros
Pé-direito livre indicado na apresentação técnica.
Floor Load 6 t/m²
Capacidade de piso informada. Cargas concentradas e racks exigem validação específica.
Dock Area Concreto
Área de docas indicada em concreto.
Truck Court Concreto
Pátio de caminhões indicado em concreto.
Wall System Tilt-Up
Painéis de concreto indicados como sistema de fechamento.
Roof System Roll-On
Sistema de cobertura informado no material técnico.
O que precisa ser validado antes da ocupação
A aderência do BLD100 depende da compatibilidade entre a configuração do edifício e os parâmetros reais da operação.
01 · Armazenagem Posições-palete e layout
Pallet, níveis de rack, corredores, picking, staging, automação e densidade pretendida.
02 · Docas Throughput operacional
Veículos por dia, tempo médio de atendimento, pico, inbound, outbound e capacidade física disponível.
03 · Pátio Carretas e manobras
Trailer dwell, filas, circulação, manobras e conflito entre diferentes categorias de veículos.
04 · Pessoas Turnos e mobilidade
Funcionários no maior turno, automóveis, motocicletas, ônibus, fretados e troca de turnos.
05 · Infraestrutura Energia e automação
Carga elétrica, equipamentos, baterias, gerador, WMS, automação e eventual expansão da operação.
06 · Incêndio Produto e proteção
Carga de incêndio, categoria de armazenagem, altura, sprinklers, AVCB e compatibilidade com o produto.
Sua operação funciona no BLD100?
O Simulador Logístico ULP permite testar o BLD100 a partir de parâmetros informados pela empresa. A análise considera área requerida, armazenagem, posições-palete, níveis de rack, fluxo diário de caminhões e VUC, tempo de operação, demanda teórica de docas, turnos e mobilidade de funcionários. Os resultados são indicativos e servem como referência inicial para avaliação do edifício e desenvolvimento do estudo de ocupação.
Informações sobre disponibilidade e ocupação
A Catena & Castro Real Estate atende empresas avaliando o Prologis Urban Logistics Park São Bernardo do Campo, com análise preliminar de necessidade de área, armazenagem, fluxo e aderência operacional aos edifícios do empreendimento.
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